domingo, 25 de dezembro de 2011

A mulata e a roda de samba



domingo a noite me arrumo feito doutor.

Corro pra praça de ,e vou ver

minha  mulata na roda de samba.



Sento em frente ao botequim, ouço

o samba sem fim...

E  não tiro  os  olhos da mulata.



Ela samba, ela canta...

Ela sente á poesia.

Só não sente, que eu sou um

Pobre homem apaixonado.



Tomo todas até tomar coragem, e ir

me presentar...



Mais a flor morena, só tem olhos

Pro sujeito pagodeiro.



Que também tem os olhos voltados

para  minha morena.

(Bianca Ignês)




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