domingo, 25 de dezembro de 2011

Mundo

Não a como imaginar, Nem disfarçar.
Que o mundo  não é como queríamos que fosse.

Crianças se perdem, em tuneis sem volta...
Em caminhos sem eira e nem beira.

Os segredos que estampam faces,
com profundas linhas de historias, que de imaginar
nos deixa aflitos.

Os sentidos da crueldade humana,
reprime os fatos que consideramos normais.
(Bianca Ignês)

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